SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) – Quincy Brown, rebento de Sean ‘Diddy’ Combs, lançou um vlog familiar e foi criticado.

 

O rebento adotivo do rapper mostra os bastidores da vida da família na série de vídeos “Just a Vlog”. A produção foi compartilhada no Instagram pelo The Shade Room nesta terça-feira (22).

Estilo de vida, férias em família e mulheres de biquíni ganham destaque na novidade série. Conforme a página, o objetivo do vlog é “ver a família Combs através de suas próprias lentes enquanto Quincy documenta sua família fazendo várias atividades, férias em família, os altos e baixos e muito mais”.

A prévia do vlog foi divulgada posteriormente a família de Diddy declarar que permanece unida em meio às acusações e prisão do artista. “O mês pretérito devastou nossa família. Muitos julgaram ele e a gente com base em acusações, teorias da conspiração e narrativas falsas que se tornaram absurdas nas redes sociais. Nos apegamos à verdade, sabendo que ela prevalecerá, e zero quebrará a força da nossa família”, reforçou a enunciação.

A publicação foi criticada nas redes sociais. “Isso não parece uma boa teoria neste momento”, opinou uma. “Tentando influenciar a opinião pública antes do julgamento”, disparou outro.

O rapper Sean Combs (divulgado porquê “Diddy”, “Puff Daddy” ou “P. Diddy”) foi recluso no dia 16 de setembro, indiciado de organizar festas sexuais forçadas e abusivas em hotéis de luxo nos Estados Unidos.

A denúncia, de 14 páginas, cita as orgias de Diddy porquê “freak-offs”. O termo é uma sentença informal, utilizado pela polícia somente por conta da singularidade do caso: um “freak-off” é um “surto”, uma competição ou repto entre pessoas que estão mostrando suas habilidades únicas ou excêntricas. A vocábulo foi citada pela primeira vez pelas vítimas que fizeram a queixa — pelo menos oito pessoas entraram na Justiça contra o rapper.

A denúncia sugere também que Diddy estaria envolvido em tráfico humano. De concordância com o documento, os freak-offs eram organizados pelo rapper e sua equipe, muitas vezes transportando profissionais do sexo, homens e mulheres, “através de divisas estaduais e fronteiras internacionais”.