O governo espanhol aprovou um novo regime fiscal, que conta com a prorrogação dos impostos sobre o setor bancário. O Congresso apoiou o projecto do PSOE por 178 votos em prol e 171 contra, depois dos socialistas terem chegado a um convenção com o Podemos.
Houve a prorrogação de três anos do imposto anual sobre os lucros extraordinários bancários. O imposto, que variará entre 1% e 7%, será cobrado sobre as receitas líquidas de juros e taxas dos bancos com base nos volumes de receitas de empréstimos, em vez da atual taxa fixa de 4,8%.
Ou por outra, o pacote fiscal visa prometer que as grandes empresas sediadas na Espanha com um volume de negócios anual de pelo menos 750 milhões de euros paguem um imposto mínimo de 15% dos seus lucros consolidados, em conformidade com uma diretiva europeia.
“O trajo de a reforma fiscal ter avançado permite à Percentagem Europeia determinar positivamente o projecto fiscal. Por outro lado, permitirá o desembolso dos Fundos Europeus que fazem de Espanha um líder na geração de empregos e são um incitação importante para a nossa economia”, afirmou a ministra da Herdade espanhola, María Jesús Montero, em enunciação em seguida a aprovação.
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