O Comitê Olímpico Internacional (COI) se mostrou contrário ao pagamento de premiações em numerário feitas por federações internacionais aos medalhistas olímpicos.

 

A entidade não aprovou a iniciativa da World Athletics (Federação Internacional de Atletismo) que nos Jogos de Paris-2024 distribuiu um bônus de 50 milénio dólares (aproximadamente R$ 303 milénio) para cada desportista que conquistou a medalha de ouro na competição.

O posicionamento aconteceu em reunião na última terça-feira da Percentagem Executiva do COI. Sob o argumento de que estar competindo na Olimpíada já é um prêmio, o órgão reforçou o indumento de que nunca ofereceu numerário aos medalhistas ao longo de toda história olímpica.

“A percentagem executiva considerou que isso ia contra a missão do COI e poderia facilmente transformar os Jogos Olímpicos em um evento elitista”, afirmou Mark Adams, diretor de comunicações do COI em um vídeo publicado nas redes sociais.

Atual presidente do COI, Thomas Bach já tinha sido contra essa prática ao declarar que os comitês olímpicos devem ter a autonomia para sentenciar sobre os prêmios oferecidos aos atletas e não as federações.