A Catedral de Notre-Dame renasceu. A joia gótica localizada no coração de Paris, França, que foi atingida por um devastador incêndio em 15 de abril de 2019, será reaberta na próxima semana posteriormente cinco anos de um pormenorizado trabalho realizado por arquitetos e artesãos.
Nesta sexta-feira, o renovado Patrimônio Mundial da UNESCO foi apresentado durante uma visitante do presidente gaulês, Emmanuel Macron, ao sítio, marcando o momento final antes da grande reabertura, prevista para o próximo término de semana. Posteriormente o incêndio que consumiu a catedral de 860 anos, Macron prometeu que o icônico prédio seria restaurado em um prazo cobiçoso de cinco anos. Agora, passados 2.055 dias, a meta foi alcançada, com um investimento de aproximadamente 700 milhões de euros (tapume de R$ 3,7 bilhões).
O processo de restauração recuperou elementos emblemáticos uma vez que o pináculo, a arcada de nervuras, os contrafortes, os vitrais e as gárgulas esculpidas em pedra. A pedra branca e os detalhes dourados da catedral, construída no século XII, estão agora mais brilhantes do que nunca, segundo a filial Reuters.
A cerimônia de reabertura, que contará com a presença de celebridades e chefes de Estado, está marcada para a noite de 7 de dezembro. Nos dias seguintes, missas especiais serão realizadas para comemorar a reabertura e homenagear todos que contribuíram para a reconstrução. Com secção dos mais de 840 milhões de euros arrecadados (aproximadamente R$ 4,5 bilhões) ainda disponíveis, a verba poderá ser usada em novos investimentos no prédio. A Igreja Católica espera receber tapume de 15 milhões de visitantes por ano na catedral restaurada.
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