GAZETA DE SOROCABA

Barroso dá mais 30 dias para São Paulo detalhar uso de câmeras pela PM

Gazeta de Sorocaba
Por Redação
Publicado em 13 de Fevereiro de 2025 às 07:33

O ministro Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federalista (STF), concedeu mais 30 dias de prazo para que o governo de São Paulo apresente mais informações sobre o uso de câmeras corporais pelos policiais militares do estado.

 

Pela regra, o governo de Tarcísio de Freitas deverá detalhar quais indicadores serão utilizados para estimar a efetividade da medida. Também deve ser esclarecida a ordem de adoção prioritária das câmeras corporais nas fardas dos policiais militares de contrato com os riscos de obituário policial.

 

O aumento de prazo havia sido pedido pela Procuradoria-Universal do Estado de São Paulo. O órgão alegou que o Núcleo de Lucidez da Polícia Militar está elaborando os levantamentos, mas seria preciso mais tempo, diante da quantidade de dados que precisam ser coletados e analisados.

 

O tempo inicial de resposta era de 45 dias e constava na decisão de 9 de dezembro em que Barroso determinou a obrigatoriedade do uso de câmeras corporais pela PM paulista. Por essa decisão, os equipamentos devem ser capazes de gravação ininterrupta. Ele atendeu a pedido da Defensoria Pública de São Paulo.

Em novidade decisão, de 26 de dezembro, Barroso limitou a obrigatoriedade das câmeras somente para “operações de grande envergadura”, incursões em comunidades vulneráveis e em operações deflagradas para responder a ataques contra policiais.

O ministro reconheceu a alegado do governo paulista de que não teria câmeras suficientes para todo o efetivo da PM, que supera os 80 milénio agentes. Ele ordenou que os equipamentos fossem destinados a regiões com maior obituário policial.

Histórico

O governo de São Paulo se comprometeu com o STF, em abril do ano pretérito, a usar câmeras corporais em operações policiais no estado e apresentou cronograma que estabelecia a implementação do sistema. O estado previa novidade licitação e obtenção de novos equipamentos.

A adoção da medida, todavia, tem demorado diante de dúvidas a reverência da compra de 12 milénio câmeras da empresa Motorola. A compra foi criticada, no entanto, por prever mudanças na forma de acionamento do equipamento, que não faria uma gravação ininterrupta, conforme determinado pelo Supremo.

O ministro Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federalista (STF), concedeu mais 30 dias de prazo para que o governo de São Paulo apresente mais informações sobre o uso de câmeras corporais pelos policiais militares do estado.

Pela regra, o governo de Tarcísio de Freitas deverá detalhar quais indicadores serão utilizados para estimar a efetividade da medida. Também deve ser esclarecida a ordem de adoção prioritária das câmeras corporais nas fardas dos policiais militares de contrato com os riscos de obituário policial.

O aumento de prazo havia sido pedido pela Procuradoria-Universal do Estado de São Paulo. O órgão alegou que o Núcleo de Lucidez da Polícia Militar está elaborando os levantamentos, mas seria preciso mais tempo, diante da quantidade de dados que precisam ser coletados e analisados.

O tempo inicial de resposta era de 45 dias e constava na decisão de 9 de dezembro em que Barroso determinou a obrigatoriedade do uso de câmeras corporais pela PM paulista. Por essa decisão, os equipamentos devem ser capazes de gravação ininterrupta. Ele atendeu a pedido da Defensoria Pública de São Paulo.

Em novidade decisão, de 26 de dezembro, Barroso limitou a obrigatoriedade das câmeras somente para “operações de grande envergadura”, incursões em comunidades vulneráveis e em operações deflagradas para responder a ataques contra policiais.

O ministro reconheceu a alegado do governo paulista de que não teria câmeras suficientes para todo o efetivo da PM, que supera os 80 milénio agentes. Ele ordenou que os equipamentos fossem destinados a regiões com maior obituário policial.

O governo de São Paulo se comprometeu com o STF, em abril do ano pretérito, a usar câmeras corporais em operações policiais no estado e apresentou cronograma que estabelecia a implementação do sistema. O estado previa novidade licitação e obtenção de novos equipamentos.

A adoção da medida, todavia, tem demorado diante de dúvidas a reverência da compra de 12 milénio câmeras da empresa Motorola. A compra foi criticada, no entanto, por prever mudanças na forma de acionamento do equipamento, que não faria uma gravação ininterrupta, conforme determinado pelo Supremo.

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