GAZETA DE SOROCABA

Meta vai ao Cade contra Apple por ‘tratamento desigual’ em coleta de dados de usuários do iPhone

Gazeta de Sorocaba
Por Redação
Publicado em 28 de Janeiro de 2025 às 13:33

(FOLHAPRESS) – O conglomerado de redes sociais Meta, por trás de Facebook, Instagram e WhatsApp, abriu uma representação no Cade (Parecer Administrativo de Resguardo Econômica) contra a Apple, alegando que sofre uma prática anticoncorrencial por secção da obreiro do iPhone.

 

No cerne do processo está a quantidade de dados dos usuários do smartphone que podem ser rastreados pela Meta e vendidos a anunciantes. A empresa, que tem na publicidade a sua principal manancial de receita, afirma que a rival age com tratamento desigual no tópico.

A ação foi revelada pelo Brazil Journal e confirmada pela reportagem. A Apple preferiu não comentar o tópico diretamente.

O gigante das redes sociais questiona um protocolo da Apple que impõe aos desenvolvedores de aplicativos a obrigação de apresentar uma relação de quais dados do usuário são capturados durante o uso. A política, chamada de App Tracking Transparency (ATT), exige que o usuário dê o consentimento antes de ser rastreado pelo desenvolvedor de app (se durante todo o tempo ou unicamente durante o uso da instrumento específica).

O problema, segundo o documento, é que a prática não vale para os apps desenvolvidos pela própria Apple.

Nos aplicativos da Apple, o consentimento é automático. A empresa exibe unicamente uma janela com a justificativa de que o rastreio de dados melhoraria o funcionamento da emprego.

De congraçamento com a política de privacidade do gigante dos smartphones e computadores, os dados do cliente são usados “para personalizar a experiência em seus serviços, incluindo a exibição de anúncios relevantes na App Store, Apple News e Stocks, por meio da estudo do uso de aplicativos, histórico de buscas, compras e downloads”.

Ainda segundo os termos de privacidade, o usuário teria controle sobre quais dados são coletados e porquê são utilizados por meio dos ajustes do smartphone.
Em transmitido sobre a App Store divulgado à prensa no último dia 20, a obreiro do iPhone afirma que o trabalho de revisão de aplicativos visa prometer que os programas distribuídos na App Store estejam livres de teor prejudicial, inseguro ou proibido. Também tem o objetivo de barrar ferramentas que “espionam secretamente informações bancárias, dados de saúde, localização, fotos ou mensagens dos consumidores”.

“As diretrizes de revisão da App Store se aplicam também a todos os consumidores”, disse a empresa.

As exigências para desenvolvedores impostas pela Apple levaram a companhia a tolerar revezes no Cade, no término do ano pretérito. O recomendação passou a investigar a obrigação de os desenvolvedores venderem ativos digitais, porquê assinaturas, unicamente por meio do sistema de pagamentos da Apple -assim, a big tech garante a cobrança de uma taxa de 20% sobre o serviço.

O Cade chegou a proibir a prática, mas a Apple recorre administrativamente contra esse processo desimpedido por Match Group (dona do Tinder) e Mercado Libre.
A preocupação da obreiro do iPhone, segundo representantes da empresa que pediram para manter a identidade sob sigilo, é que o governo brasiliano obrigue a empresa a perfurar mão de uma série de controles.

As mudanças tornariam envolvente no iPhone mais parecido com o sistema Android, do Google, publicado por prover uma variedade maior de aplicativos para o usuário e mais liberdade de navegação. Isso, argumenta a Apple, aumenta o risco do usuário com golpes e vírus bancários.

Segundo os representantes da Apple ouvidos pela reportagem, as alegações de monopólio seriam descabidas, uma vez que a Apple responde por muro de 10% do mercado de smartphones no Brasil. O Google é líder disparado no mercado vernáculo e, assim porquê a Meta, têm na publicidade a sua principal manancial de receita.

A Meta já afirmou em anúncios de grandes jornais internacionais que a Apple está prejudicando a capacidade de pequenas empresas crescerem, já que, se os usuários optarem por não serem rastreados, é menos provável que vejam anúncios personalizados e recomendados para eles.

A medida da Apple, dizia a peça de propaganda, geraria um impacto de bilhões de dólares na receita com marketing da Meta.

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