Aston Villa aproveita má fase do Manchester City e impõe a Guardiola a 9ª derrota em 12 jogos

O inferno astral do Manchester City parece não ter termo. A equipe comandada pelo técnico Pep Guardiola visitou o Aston Villa, neste sábado, no Villa Park, em Birmingham, e perdeu por 2 a 1, acumulando 11 partidas sem vencer nas últimas 12 disputadas. Desde 30 de outubro, o estrelado time celestial soma uma vitória, dois empates e nove derrotas.

Com o novo revés, desta vez pela 17ª rodada do Campeonato Inglês, o City caiu para o sexto lugar na competição, com 27 pontos, sendo ultrapassado pelo próprio Aston Villa, que chegou a 28. O Liverpool, que visitante o Tottenham neste domingo, às 13h30 (horário de Brasília), soma 36 e tem um jogo a menos por justificação de procrastinação.

Recheado de desfalques e com o moral devastado por justificação dos resultados recentes, o Manchester City começou a partida de forma apática. O Aston Villa aproveitou, foi para cima e, logo no primeiro minuto, desperdiçou a chance de inaugurar o placar com Durán, em tiro à queima-roupa, e com Pau Torres, de cabeça, ambas defendidas pelo goleiro Ortega. O brasílico Ederson, que falhou em algumas partidas nesta série negativa, nem sequer foi relacionado.

Antes mesmo de o City gerar risco à meta de Dibu Martínez, o Aston Villa abriu o placar. De tanto obstinar, aos 16 minutos, Rogers avançou em velocidade pela esquerda e tocou para Durán, que invadia a dimensão sem marcação. O atacante só colocou a esfera no contrapé de Ortega e anotou o primeiro gol da partida.

Em vantagem, os anfitriões diminuíram o ritmo e se fecharam no setor defensivo. Com Haaland sumido na frente e Bernardo Silva escondido em campo, o time visitante tinha em Grealish seu jogador mais lúcido em campo na tentativa de continuar e igualar o placar. Sem originalidade e apostando nos chuveirinhos na dimensão, o City só ameaçou aos 34 minutos, em tiro cruzado de Foden, que Dibu Martínez espalmou.

Aos 42, quase veio o empate. Gvardiol disparou pela direita e serviu Grealish próximo à dimensão. O camisa 10 cruzou e Gvardiol se antecipou ao goleiro para toscanejar, mas mandou por cima, rente ao travessão.

No segundo tempo, o Aston Villa manteve sua postura defensiva, disposto a matar o jogo nos contra-ataques, quase sempre puxado por Tielemans. Aos 13 minutos, Rogers recebeu o passe de calcanhar de Durán e bateu potente, carimbando a trave direita de Ortega. Cinco minutos depois, Rogers conduziu a esfera do campo de resguardo, passou por dois marcadores, tabelou com McGinn e bateu cruzado, na ingresso da dimensão, para marcar 2 a 0 para os anfitriões.

O segundo gol do Aston Villa praticamente minou a reação do Manchester City, que tentava agredir, mas parava na resguardo anfitriã, sem gerar chances de risco. Apesar de o time de Guardiola controlar a posse de esfera e continuar com mais qualidade em seguida a ingresso de Savinho, o time da vivenda se segurava na resguardo, levando risco nos contragolpes, sendo pouco ameaçado.

Nos acréscimos, Savinho partiu para cima de quatro adversários e a esfera sobrou para Foden sovar potente e marcar para o City, mas já era tarde demais para o time visitante buscar o empate.